Plácido de Castro Plácido de Castro
Eleição para diretor da Escola Municipal José Valmir de Lima é marcada por descontentamento entre chapas concorrentes
A votação aconteceu no dia 26 de novembro passado.
06/12/2021 15h48 Atualizada há 7 meses
Por: Agência Plácido

A Comissão Eleitoral do Processo de Escolha de Diretor Escolar, atendeu a um pedido de recurso impetrado pelo professor Genivaldo Vieira contra o resultado das eleições para o cargo de diretor da Escola Municipal José Valmir de Lima, para o quadriênio 2022/2025 e suspendeu o resultado por 90 dias até que haja uma nova votação.

O recurso foi impetrado pelo docente no dia 29 de novembro, mas somente na tarde desta segunda-feira, 6, teve o resultado divulgado. No documento, Genivaldo alega que durante a eleição na referida escola houve:

Segundo o edital, somente os professores e funcionários públicos do quadro efetivo em exercício na escola, independente das funções que exerçam, poderiam votar, ainda que estivessem em licença médica ou de férias.

No edital ainda consta que durante as campanhas, era permitido apenas duas visitas de cada candidato na sala de aula de cada turma da instituição, onde foi permitido a exposição de material impresso nas dependências da escola, previamente definido pela Comissão.

A Comissão apurou ainda que durante a eleição, houve interferência de membro não designado pela Comissão da escola, ficando inclusive, responsável pela apuração do resultado dos votos.

Diante da situação, a Prefeitura Municipal de Plácido de Castro, deverá nomear um diretor interino no dia 1° de fevereiro de 2022, que deverá assumir o cargo pelo período de 3 meses, prazo em que ocorrerá um novo processo eleitoral.

O que diz a Chapa 1

A Agência Plácido foi atrás de ouvir a diretora Elizangela Martins, que foi reeleita com a maioria dos votos válidos. A docente disse que ao seu ver o processo foi legal, dentro das normas. O concorrente esteve o dia todo acompanhando a eleição, até mesmo nas proximidades das urnas de votação.  Ela afirma que não sebe o porquê das alegações feitas pelo professor Genivaldo.

Lhe afirmo que não houve irregularidades. A pessoa que a Chapa 2 alega que interferiu no resultado das votações nem está lotado na escola. Pra votar teria que assinar na lista de funcionários. Finaliza.