Em 1º de outubro de 2023, uma equipe de arqueólogos egípcia, alemã e austríaca encontrou centenas de jarros de vinho com cerca de 5 mil anos de idade na tumba da rainha Merneith, em Abidos, no Egito.
Os jarros, que estavam lacrados, foram encontrados em excelente estado de preservação. Os arqueólogos acreditam que o vinho foi produzido no Egito durante o período Naqada III (3200-3000 a.C.), que precedeu o Primeiro Período Dinástico.
A descoberta é importante porque fornece novas informações sobre a produção e consumo de vinho no antigo Egito.
O vinho era uma bebida importante na cultura egípcia, sendo consumido em cerimônias religiosas, banquetes e outros eventos sociais.
Os jarros encontrados na tumba da rainha Merneith são os mais antigos jarros de vinho já encontrados no Egito. Eles podem ajudar os arqueólogos a entender melhor como o vinho era produzido e consumido na época.
Aqui estão alguns detalhes específicos da descoberta:
Os jarros foram encontrados em uma câmara funerária na tumba da rainha Merneith. Merneith foi a mãe do faraó Djer, que governou o Egito durante o Primeiro Período Dinástico.
Os jarros são feitos de argila e têm uma capacidade de cerca de 5 litros cada. Eles estão decorados com imagens de animais, plantas e símbolos religiosos.
Os arqueólogos acreditam que o vinho foi produzido a partir de uvas nativas do Egito. Eles também acreditam que o vinho foi fermentado com mel ou cevada.
A descoberta dos jarros de vinho é uma importante contribuição para a arqueologia do Egito. Ela fornece novos insights sobre a história da produção e consumo de vinho no país.
