Um acidente de trânsito tirou a vida da motorista de ônibus Mylene Marques, de 39 anos, na madrugada deste sábado (6) no bairro Tucumã, em Rio Branco. Milene estava de folga e voltava da casa de uma amiga quando bateu a motocicleta em uma lixeira de ferro próximo da casa dela.
A morte gerou comoção nas redes sociais, pois ela foi uma das primeiras mulheres a dirigir ônibus em Rio Branco. O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTrans) informou que o capacete da motorista caiu e ela bateu o rosto no chão.
Em 2018, o g1 contou a história de amor de Mylene e do também motorista de ônibus Jaunes de Andrade. Os dois se conheceram no trabalho, começaram a namorar e logo foram morar juntos. O casal ficou junto durante nove anos e há dois estava separado.
Muito abalado, Jaunes Andrade falou sobre o acidente enquanto esperava junto com os familiares a liberação do corpo da ex-mulher no Instituto Médico Legal (IML), na capital. Foi para ele que ligaram avisando da morte de Mylene.
"A família está muito abalada, estamos tentando liberar o corpo. O cara do Samu [que atendeu o acidente] é amigo meu e me ligou avisando. A gente estava separado, mas tinha uma convivência bem amigável, éramos amigos”, lamentou Andrade.
O motorista confirmou que os familiares não têm muitas informações de como aconteceu a batida. O que se sabe até o momento é que Milene dirigia em uma linha reta e bateu em uma lixeira. Ela morreu no local.
"Ela estava de folga, estava na casa de uma amiga, vinha para casa, inclusive, estava chegando perto de casa. Onde aconteceu o acidente é perto da casa dela. Ninguém sabe [como aconteceu], ela vinha em uma reta, não sabemos se dormiu no volante, se alguém esbarrou nela com outra moto ou carro e foi embora", lamentou.
Mylene Marques bateu em uma lixeira de ferro e morreu na madrugada deste sábado (6) — Foto: Arquivo/Batalhão de Trânsito
Homenagens
Mylene Marques era bastante conhecida em Rio Branco. Trabalhou como motorista de ônibus por mais de 10 anos, mas, segundo o ex-marido, atuou no transporte público da capital acreana por mais tempo.
Nas redes sociais, amigos, conhecidos lamentaram a morte da profissional. Nas homenagens, as pessoas destacaram que Milene foi uma das primeiras mulheres a dirigir ônibus na capital acreana.
Mylene e Jaunes ficaram juntos por nove anos — Foto: Arquivo pessoal
"Uma grande guerreira, nossa motora favorita, sim, tinha orgulho de vê-la dirigindo aqueles ônibus grandes. Dizia para você sempre o quanto era linda, que Deus te acolha nos seus braços e te coloque em uma de suas moradas", diz uma das homenagens.
Mylene tinha três filhos, sendo um pequeno. "Era uma mãezona que se dedicava ao filho, deixou três filhos, duas de maior e um pequeno. Isso machuca muito porque sei a mulher que ela era, a mãe, tirava da boca dela para dar para os filhos. Nunca foi mulher de se humilhar para ninguém, sempre foi batalhadora e correu atrás dos objetivos dela", contou Jaunes Andrade.
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