O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (13) a lei que amplia até o fim do ano letivo de 2021 as normas excepcionais na área de educação previstas durante a pandemia. O projeto de foi aprovado pelo Senado Federal no último dia 16 de setembro, e aguardava a sanção presencial para entrar em vigor. O texto é de autoria da deputada Professora Dorinha (DEM-TO) e já havia passado pela Câmara dos Deputados.
As normas constam no decreto de calamidade pública, editado em virtude da pandemia da covid-19, que alterou a rotina de vários setores em virtude das medidas de isolamento social. O decreto, no entanto, perdeu a vigência em 31 de dezembro de 2020. No primeiro dia de 2021, as normas sobre educação deixaram de valer, mas a situação nas escolas do país não retomaram sua normalidade. Por isso, o PL aprovado hoje garante a validade das “normas excepcionais”.
Entre essas normas, estão a suspensão da obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos; a aglutinação de duas séries ou anos escolares; a permissão para o ensino remoto; e a antecipação da conclusão de cursos de medicina ou cursos técnicos relacionados ao combate à covid-19, se cumpridos 75% da carga horária.
"A sanção presidencial visa a afastar interpretações equivocadas quanto à produção dos efeitos da lei citada, assegurando, assim, a necessária organização do calendário escolar do corrente ano em face da aplicabilidade da norma enquanto perdurar as medidas de enfrentamento da pandemia de covid-19", informou a Secretaria-Geral da Presidência da República, em nota.
Mesmo após sancionada, a lei não protegerá os gestores públicos que responderam a ações judiciais, já concluídas, destinadas a garantir o direito de acesso à educação. Isso porque seu efeito não é retroativo.
Política ‘Todos subestimam Bolsonaro: assim ele virou presidente e pode ser reeleito’, diz cientista
Política Lula e Bolsonaro concordam em pelo menos um aspecto sobre 2022
Política Parentes de vítimas da covid-19 fazem relatos e pedem mudanças na lei
Política Aziz adia para quarta-feira a leitura do relatório da CPI
CPI daqpandemia Relatório final da CPI deverá pedir indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes
Cotidiano PT mistura fatos com distorções para tentar se desvincular de petrolão e mensalão
Mín. 23° Máx. 32°
Mín. 23° Máx. 33°
Sol, pancadas de chuva e trovoadas.Mín. 23° Máx. 35°
Sol, pancadas de chuva e trovoadas.