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Comando da Polícia Boliviana diz que oficial preso estaria levando armas para outro comando passando pelo Brasil

Comandante J. Monroy CH. do estado de Pando, disse que o subtenente da Polícia Boliviana, que estava lotada na região de Mapajo, localizada na fronteira com o município de Capixaba, deveria levar as armas, munições e coletes, para a cidade de Cobija

05/08/2022 às 14h49 Atualizada em 05/08/2022 às 14h55
Por: Agência Plácido Fonte: O Alto Acre
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Foto Reprodução
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Oficiais da Polícia Nacional Boliviana concederam uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira, dia 4, para falar do caso envolvendo um oficial da Corporação, que foi detido na noite anterior, portando várias armas de grosso calibre; metralhadora, pistolas, munições e coletes balísticos, na BR 317, no entroncamento do município de Xapuri.

Uma barreira foi montada pelas equipes da delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), onde constataram que o boliviano fornecia armas para facções criminosas que atuam no Acre, um cerco foi montado pelos agentes de Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal em Capixaba e Xapuri.

Segundo foi informado, já existia uma investigação feita pela Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), onde constataram que o boliviano fornecia armas para facções criminosas que atuam no Acre. O oficial foi preso e conduzido para a delegacia da Polícia Federal para ser ouvido e aguardar decisões do judiciário local.

Na coletiva, o Comandante J. Monroy CH.estado de Pando, disse que o subtenente da Polícia Boliviana, Alexander Velasquez, que estava lotada na região de Mapajo, localizada na fronteira com o município de Capixaba, deveria levar as armas, munições e coletes, para a cidade de Cobija, por uma estrada que tem uma ponte danificada.

oi quando resolveu que deveria usar as estradas brasileiras, mas, que não havia comunicado ao Comando de seu País e no lado brasileiro. Segundo o comandante boliviano, já entrou em contato com as autoridades da Polícia Federal em Epitaciolândia, para que fosse resolvido o mais breve possível.

Sobre as acusações de que as armas seriam para grupos criminosos no lado brasileiro, foi um mal entendido e será apresentado todos os documentos para que os equipamentos sejam restituídos o mais breve possível ao Comando.

Perguntado sobre as informações passadas à imprensa, disse que as informações passadas à imprensa, não seriam certas e foram induzidos ao erro. Os militares irão se reunir no Brasil para realizar os trâmites entre os dois países e o oficial irá responder administrativamente em seu país.

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