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Preço do gás cai hoje para as distribuidoras, mas quando haverá redução para o consumidor?

Petrobras realiza novo corte no preço do gás de cozinha vendido em suas refinarias, de R$ 4,0265 para R$ 3,7842 o quilo.

23/09/2022 às 13h26
Por: Agência Plácido Fonte: Edital Concursos Brasil
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Foto Reprodução | Edital Concursos Brasil
Foto Reprodução | Edital Concursos Brasil

As distribuidoras podem comprar GLP (Gás Liquefeito de Petróleo, o gás de cozinha) com valor mais baixo a partir desta sexta-feira, 23. Na quinta-feira, a Petrobras anunciou uma redução de 6% nos preços praticados em suas refinarias, de R$ 4,0265 para R$ 3,7842 o quilo.

Apesar desse ser o segundo corte nos valores em dez dias, o botijão de 13 quilos vendido no varejo ficou mais caro para o consumidor nas últimas três semanas. Mas segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), o produto deve ficar mais barato agora.

O preço médio do botijão de gás de 13 quilos subiu 1,19% na última semana, para R$ 113,25, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Na semana anterior, o item era comercializado pela média de R$ 111,91.

O último corte nos preços do GLP foi anunciado pela Petrobras em 13 de setembro, mas o consumidor final não sentiu a diferença. Segundo fontes, o repasse não ocorreu por devido a uma negociação para pagamento de retroativos aos funcionários do setor. Considerando a possibilidade de acordo, as empresas não querem perder nenhuma margem.

Preço deve cair, diz presidente da Sindigás

Para Sérgio Bandeira de Mello, presidente da Sindigás, a redução desta semana deve ser repassada aos brasileiros, já que as vendas de gás caíram 4,5% na comparação ano a ano.

“A queda de preço acompanha o comportamento do mercado internacional e as pressões competitivas. O consumidor tem papel importante de pesquisar e procurar a melhor proposta de valor dentro da sua marca de preferência”, afirmou.

Como o preço do GLP não é controlado, Mello explica que não é possível prever a queda no preço final. Fontes ligadas às distribuidoras estimam que o corte deve ser de R$ 2,60 a R$ 3,10 por botijão.

 

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