O governo federal entrou hoje (13) com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender parte da resolução do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que trata da cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na comercialização do diesel.
Na ação, o presidente Jair Bolsonaro, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), argumenta que a medida é inconstitucional por permitir a diferenciação de alíquotas do diesel entre os estados, prejudicando o consumidor com aumentos excessivos do combustível.
"A forte assimetria das alíquotas de ICMS enseja problemas que vão muito além da integridade do federalismo fiscal brasileiro, onerando sobretudo o consumidor final, que acaba penalizado com o alto custo gerado por alíquotas excessivas para combustíveis – que são insumos essenciais, e, por isso, deveriam ser tratados com modicidade – e com a dificuldade no entendimento da composição do preço final desses produtos", argumentou.
A advocacia também defende a uniformização das alíquotas para combater as flutuações de preços.
"Ao propor um valor único, cabe aos entes com capacidade normativa avaliar uma solução capaz de atender a essa nova dinâmica, sem prejudicar desproporcionalmente nenhum dos Estados brasileiros, e sem prejudicar os consumidores, que padecem sobremaneira com a alta de preços", concluiu a AGU.
Ministro do STF Fachin: Brasil deve mostrar que rejeita “aventuras autoritárias”
Justiça STF fixa em 120 dias a conclusão de investigação contra ex-senador
Júri Caso Jonhliane: Vítima foi arremessada a mais de 70 metros com a batida, diz perito ao testemunhar
Acre Governo levanta ações e discute plano estadual de políticas para mulheres
Com monitoramento Justiça concede liberdade a aluno preso por passar a mão em colega no AC; rapaz usa tornozeleira eletrônica
Primeiro dia Caso Jonhliane: Com tese de falha nas investigações e clima tenso entre acusação e defesa, júri dos acusados começa no AC
Mín. 16° Máx. 25°



