Pacientes e frequentadores do Hospital Dr Manoel Marinho Monte, em Plácido de Castro, estão preocupados com uma infestação de pombos na Unidade de Saúde que é gerida pelo Governo do Estado do Acre. Uma denúncia enviada a reportagem alega que o forro do hospital virou um verdadeiro puleiro das aves que a depender da infestação, pode transmitir graves doenças, como a salmonelose, histoplasmose e criptococose.
A salmonelose, provocada pela bactéria Salmonela spp, acomete a pessoa que ingeriu alimentos com resquícios de fezes de pombo contaminada. O denunciante alega que saber da presença constante das aves no local onde a população placidiana busca tratamento de saúde, preocupa. "Me preocupa assombrosamente porque pombo a gente sabe que transmite doenças. Então, não é o ambiente mais adequado para eles estarem ali", afirmou.
Apesar de parecerem inofensivas, as aves são perigosas porque podem transmitir e causar doenças.
Essa convivência com os pombos pode acarretar algumas alergias nas pessoas mais sensíveis, problemas respiratórios, doenças respiratórias e até contaminação de alimentos. A bactéria salmonela pode ser transmitida pelas fezes e restos de penas desses animais. A doença mais grave que pode ser transmitida é a criptococose, que também é associada às fezes desses animais.
No local, tanto os funcionários quanto os pacientes, diariamente ficam expostos ao perigo. O denunciante, que pediu para não ser identificado cobra uma intervenção da Sesacre no local o mais breve possível.
É comum ver os pássaros em várias partes da cidade. Em cima de casas, nas ruas e até em outras UBS geridas pelo município. As aves geralmente estão em busca de comida e abrigo.
Pombos em avenida de Plácido de Castro — Foto: Cedida
O que pode ter atraído os animais para o forro da Unidade de Saúde, por exemplo, é a grande possibilidade de construir ninhos na cobertura. Os pombos não são nativos do Brasil e em casos de reprodução desordenada chegam a ser considerados uma praga.
Recomendações
A recomendação para a população é não ir para estas medidas de controle baseadas pelo que seria mais fácil, como envenenar. Não pode, é crime ambiental. A medida é a médio e longo prazo, que é excluir os locais de ninhos, colocar uma tela, isolar o local de entrada para não construir o ninho ali. E evitar ao máximo alimentar esses animais.
O espaço da reportagem fica aberto para que os responsáveis por gerenciar o Hospital Dr Manoel Marinho Monte em Plácido de Castro possam se pronunciar.
Abaixo você confere o print da denúncia enviada à reportagem:
Foto: Reprodução
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